Foi solicitado que fosse feito um mosaico com os alunos da disciplina étnicos-raciais na educação.
Iniciei a atividade pedindo que os meus alunos (1° ano) se olhassem no espelho e fosse dizendo como eram as suas características físicas, ou seja, cor dos olhos, cor dos cabelos, cor da pele, etc. Depois conversamos na rodinha sobre as nossas diferenças físicas e de quem herdamos esses traços ( nossos antepassados: alemães, italianos, etc.). Através de perguntas fui questionando que somos parecidos com nossos pais, mas outras vezes podemos ter semelhanças com o avô, com um tio, com primos. Falei da nossa herança indígena e também negra. Alguns alunos logo comentaram: “O meu avô é negro, mas a minha pele é mais clara ” ou “ A minha avó contou que seu pai era índio”. Pude com isso esclarecer que todos os brasileiros têm mistura de raças, por isso apresentamos tanta diversidade de cores, de rostos. Nessa nossa conversa citaram ainda como diferenças as crianças que usam óculos e os com necessidades especiais.
Num outro dia, contei a história: A menina bonita do laço de fita da autora Ana Maria Machado e retomei o assunto das diferenças. Nessa ocasião conversamos sobre o respeito que temos que ter pelos outros que são diferentes de nós e também de nos gostarmos como Deus nos fez. Além disso, puxei o assunto da cor da pele, pois muitas vezes alguns alunos insistem em pintar a pessoa com o lápis “cor de pele”. Pedi que todos colocassem a mão no centro da rodinha e observassem as cores de pele que temos. A maioria concordou que existem vários tipos de cores e que podiam usar o lápis marrom, preto, rosa e laranja (bem fraquinho) na hora de pintar as pessoas. Apenas dois alunos tiveram dificuldade de reconhecer a sua cor: parda, para eles era branco.
Para a construção propriamente do mosaico, solicitei que recortassem de revistas pessoas de vários tipos ( brancos, índios, negros, loiros, morenos, etc.) para montar um cartaz. Cada figura que me traziam eu perguntava o que tinha de diferente da outra, para verificar se realmente estavam compreendendo a tarefa.
Num outro dia, contei a história: A menina bonita do laço de fita da autora Ana Maria Machado e retomei o assunto das diferenças. Nessa ocasião conversamos sobre o respeito que temos que ter pelos outros que são diferentes de nós e também de nos gostarmos como Deus nos fez. Além disso, puxei o assunto da cor da pele, pois muitas vezes alguns alunos insistem em pintar a pessoa com o lápis “cor de pele”. Pedi que todos colocassem a mão no centro da rodinha e observassem as cores de pele que temos. A maioria concordou que existem vários tipos de cores e que podiam usar o lápis marrom, preto, rosa e laranja (bem fraquinho) na hora de pintar as pessoas. Apenas dois alunos tiveram dificuldade de reconhecer a sua cor: parda, para eles era branco.
Para a construção propriamente do mosaico, solicitei que recortassem de revistas pessoas de vários tipos ( brancos, índios, negros, loiros, morenos, etc.) para montar um cartaz. Cada figura que me traziam eu perguntava o que tinha de diferente da outra, para verificar se realmente estavam compreendendo a tarefa.
Depois propus que fizéssemos um retrato da turma e montamos essa figura. Uma parte do rosto feminina e outra parte masculina. Pedaços de cabelos (lisos pretos, lisos loiros, lisos castanhos, crespos loiros, crespos castanhos, crespos pretos) que fossem parecidos com os seus. Foi muito divertido realizar essa atividade, todos se empenharam em encontrar o que foi pedido e conseguiram perceber as diferentes etnias que há no nosso país.
