Com as experiências diárias, consigo ter mais consciência da minha existência, do meu papel no mundo, da importância de partilhar com as pessoas o que sei e aprender com elas o que eu não sei, ou o que vejo diferente delas.Respeitar os outros, aceitando-os como são e tentando me colocar em seu lugar, para compreender suas atitudes. Como diz o texto de Maturana, \"...a idéia de que vivemos no mundo e por isso fazemos parte dele e que vivemos com os outros seres vivos, e, portanto, compartilhamos com eles o processo vital.\" Tenho o entendimento de que nem tudo posso mudar, tendo a tolerância de saber que algumas coisas não podem ser mudadas ainda e aprendendo a ter paciência de esperar os resultados do que plantei.A maturidade possibilita esse discernimento, mostra outras formas de ver os problemas e novas formas de solucioná-los ou contorná-los. Tenho autonomia para decidir o que quero e o que não quero, mas tenho também responsabilidade pelos meus atos.
Ainda referente ao texto, uma parte falava das emoções ...\"Se levarmos isso ao cotidiano das relações entre educadores e educados, também podemos verificar que tais emoções condicionam posições frente à aprendizagem, facilitando-a ou dificultando-a.\" Realmente conforme o aluno nos percebe, como sente as nossas emoções perante ele, consegue gostar ou não da aula, da professora ou da disciplina.A forma como interpretamos a vida e como nos expressamos diante dela, influe em tudo.\"Construímos um mundo e ele nos constrói\"Maturana
Um comentário:
Que linda reflexão!
Bem fundamentada e articulada com tua vivência prática. Só esqueceu de colocar a referência completa de Maturana, e o número das páginas nas citações.
Beijão
Suelen - tutora da sede - Seminário Integrador V
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