Foi muito interessante visitar o antigo blog , reler as postagens e os comentários deixados por colegas, tutoras e professores. Consegui perceber durante as leituras, as angústias, as expectativas, os desafios e os progressos feitos a cada trabalho solicitado no curso.
Ficou bem evidente no 1° semestre do curso do PEAD, as dificuldades com o mundo virtual, ler emails, entrar no pbwiki, acessar o ROODA, não esquecer as senhas, postar fotos e gifs, nossa era tudo tão complexo. Contudo com ajuda das tutoras do pólo, bem como meu empenho pessoal, aos poucos fui sanando os problemas. Fui adquirindo confiança e me aventurando em procurar sozinha os sites, em como utilizar melhor as possibilidades do computador e completar as atividades sem auxilio de ninguém. Deixei de ir ao pólo procurar ajuda e isso levantou minha autoestima, pois conseguir “mexer” na máquina e navegar na Internet era algo que parecia muito complicado e distante de mim .
Conhecendo melhor o mundo virtual e tendo também um laboratório de informática na Escola, posso agora trabalhar com os alunos vários recursos e sites aprendidos, que fizeram parte da elaboração das atividades no estágio.
Tive momentos bacanas, onde visitei os blogs das colegas de São Leopoldo e também as demais, onde foi possível trocar informações, idéias e fazer novas amizades, nessa nova rede cooperativa de aprendizagem. Visitei também blogs educacionais indicados pelas professoras Suzana e Patrícia, que mostraram um material muito rico , com atividades possíveis para trabalhar com os alunos.
Conheci a ideologia de: Weber, Max, Engels e observo que apesar do tempo o pensamento deles continuam influenciando e refletindo nos dias de hoje. Percebo a importância de pensar a educação que temos e a educação que desejo ter e lutar por ela, buscando um trabalho de qualidade, pesquisando e enriquecendo meu conhecimento.
Li e interpretei o conto: ilha desconhecida de José Saramago. Fiz uma relação do texto com a minha vida, observando que o professor precisa aproveitar as portas abertas e tomar decisões que sejam importantes para seu futuro profissional, como este curso que possibilitou a busca pela qualificação. Abandonei portos seguros para navegar em busca de uma ilha desconhecida ou conhecida em alguns aspectos e constato que valeu muito. Como é importante não desistir dos sonhos no primeiro obstáculo, ter metas. Buscar, desafiar, desacomodar, decidir!
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Apresentação das aprendizagens

Embora tenha feito a cada semestre apresentação das aprendizagens para as colegas e professores, ainda fico nervosa e insegura. Não tenho a mesma facilidade que vejo em outras pessoas, de chegar na frente do grupo e falar como se estivesse em casa conversando com familiares.
Sei que esse momento tem como um dos objetivos nos preparar para a banca no final do curso, quando apresentaremos o TCC, contudo me sinto mais a vontade escrevendo do que apresentando os trabalhos. Contudo consegui relatar bem as atividades que realizei no estágio curricular, bem como destaquei as aprendizagens (na verdade constatações) feitas nesse período. Destaco nesse dia, a troca de saberes que compartilhamos com as colegas do PEAD, mesmo tendo um tempo determinado para falarmos, foi possível observar a caminhada de cada uma e algumas que conheço mais intimamente consegui ver o progresso que teve em relação a outros semestres.
Nesse momento aprendemos com a troca de ideias, do diálogo e também com a crítica. Podemos refletir com a produção da outra pessoa, analisando a nossa e talvez respondendo dúvidas, encontrando soluções e reconhecendo pensamentos iguais. É uma atividade rica e significativa para todos os presentes, certamente nos qualifica ainda mais como aluno e profissional da educação.
REFERÊNCIA
Disponível em http://mathetics.net/pages/modelos.htm acesso em 11/07/10
domingo, 4 de julho de 2010
Aprendizagens do semestre

Enquanto estagiária havia me programado em alcançar certos objetivos pessoais de aprendizagem, que era aprender a utilizar melhor o tempo em sala de aula, proporcionando aos alunos aulas dinâmicas com atividades que estivessem de acordo com o que já sabiam e com o que precisavam saber. Além disso, repassar o conhecimento que construí ao longo do curso, no intuito de ajudar meus alunos a construírem seus próprios conhecimentos.Consegui por isso em prática planejando melhor as aulas, integrando as áreas de conhecimento, através de atividades diversificadas com músicas, histórias, poesias, jogos, experiência, brincadeiras, aula-passeio e outros. Alcancei então os objetivos desejados, onde as crianças se mostraram sempre entusiasmadas e interessadas por todas as atividades propostas.Constatei que o ato de planejar é importante, a aula transcorre melhor quando temos a continuidade de atividades relacionadas, tudo encaixa e flui melhor. Compreendi ainda mais a necessidade do brinquedo para os meus alunos e busquei criar situações que possibilitasse estimular seu desenvolvimento e a própria interação social. Além disso, acredito cada vez mais que somente tendo relações afetivas e dialógicas entre professor e alunos, que se faz uma educação produtiva e qualitativa.Refletindo a cerca do estágio concluo que minhas aprendizagens estão sendo fundamentais para a minha práxi, pois o estágio terminou, porém o meu trabalho profissional continua e agora muito melhor.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Arquiteturas Pedagógicas
A escola em que leciono possui o EVAM( Espaço Virtual de Aprendizagem e Multimídia) onde quinzenalmente os alunos realizam atividades lúdicas que envolvem raciocínio lógico, coordenação motora,asssociação e outros. Porém nos momentos em que o ambiente não está sendo ocupado pelos alunos da área,pode-se fazer uso dele.
Durante o estágio utilizei o laboratório de informática sempre que possível, a fim de trabalhar com jogos e vídeos educacionais de forma apoiar a aprendizagem realizada em sala de aula, com a participação da professora responsável pelo espaço. Procuramos vários sites educacionais onde conseguimos material que enriqueceram as atividades sobre a temática alimentação e saúde. A turma( 1° ano) sempre foi receptiva e participou com entusiasmo das atividades propostas, auxiliando-se mutuamente e aprendendo com prazer.
Através desse tipo de arquitetura incidente, houve uma combinação de estratégias e variação de recursos, ou seja os alunos tiveram apóio da tecnologia virtual para facilitar a construção de seus conhecimentos. São ferramentas que provocam situações de desequilíbrio na estrutura cognitiva do educando, proporcionando avanços no seu aprendizado. Houve muito momento lúdico, desenvolvendo habilidades, estimulando a solução de problemas, capacidade de decisão, despertando a curiosidade e o desafio, atitudes importantes e necessárias de serem vivenciadas pelos alunos que estou ajudando a formar.
REFERÊNCIAS
http://senaedpedagogiaead.wordpress.com/2009/05/31/arquiteturas-pedagogicas-no-pead/
acesso em 28/06/10
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Reflexões, aprendizagens e novos caminhos

Nessa semana foi o término da prática de estágio e pedi aos alunos que fizessem uma retrospectiva de suas aprendizagens sobre o tema trabalhado, alimentação e saúde. Primeiro eles falaram individualmente, depois fizeram desenhos explicitando o que aprenderam e sobre as atividades que mais gostaram de participar. Além disso, apresentaram as aprendizagens aos alunos do outro 1° ano, bem como as supervisoras da escola.
Esse momento foi muito interessante, pois possibilitou que refletissem sobre suas aprendizagens e também interagissem com outras pessoas, mostrando o conhecimento adquirido.
Isso me permitiu constatar o desenvolvimento e o aprendizado deles sobre a temática e a necessidade de realizar mais esse tipo de atividade, a fim de que se comuniquem mais e melhor com as pessoas, trocando idéias e repassando saberes.
Eu também parei para refletir sobre as semanas de estágio, analisei acertos e erros.
A maioria dos educadores, devido a falta de tempo, ou por algum outro motivo deixam de fazer algo que é fundamental para sua prática diária; que é o ato de refletir. Pensar é começar a mudar. Quem não reflete sobre o que faz acomoda-se, repete erros e não se mostra profissional.
Nesse sentido Freire (1996) afirma que: “É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem é que se pode melhorar a próxima prática”.
REFERÊNCIAS FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. 20ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
Esse momento foi muito interessante, pois possibilitou que refletissem sobre suas aprendizagens e também interagissem com outras pessoas, mostrando o conhecimento adquirido.
Isso me permitiu constatar o desenvolvimento e o aprendizado deles sobre a temática e a necessidade de realizar mais esse tipo de atividade, a fim de que se comuniquem mais e melhor com as pessoas, trocando idéias e repassando saberes.
Eu também parei para refletir sobre as semanas de estágio, analisei acertos e erros.
A maioria dos educadores, devido a falta de tempo, ou por algum outro motivo deixam de fazer algo que é fundamental para sua prática diária; que é o ato de refletir. Pensar é começar a mudar. Quem não reflete sobre o que faz acomoda-se, repete erros e não se mostra profissional.
Nesse sentido Freire (1996) afirma que: “É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem é que se pode melhorar a próxima prática”.
REFERÊNCIAS FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. 20ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Dialogando
Trabalhando com alunos do 1° ano exercito muito o diálogo com eles, por perceber essa necessidade latente neles e por acreditar que é o caminho para uma prática educativa democrática. Iniciamos a semana numa rodinha onde contam sobre o fim de semana e onde eu adianto o que vamos trabalhar durante a mesma. Ouvimos uns aos outros com respeito e interesse.
Para Freire (1999) o diálogo é a essência da educação como prática da liberdade. Por acreditar dessa forma também é que as relações entre mim e meus alunos são afetivas e dialógicas. Não sei tudo e aprendo diariamente com eles e através desse diálogo tão necessário, consigo perceber o estágio de aprendizado que se encontram, o que sabem e o que precisam aprender.
Aprendemos uns com os outros, dizia Freire( 1999 ) então temos que escutar o outro, quais são suas idéias, o que seu aprendizado acrescenta em mim, essa é a verdadeira aprendizagem produtiva.
O educador precisa estar aberto para a troca de saberes com seus educandos, pois não somos os detentores de todo o conhecimento,dessa forma se diminui as distâncias e as diferenças. Tenho que conhecer o dia-a-dia dos alunos para entendê-los e para poder ajudá-los no seu processo de aprendizagem.
O próprio Comenius (1592-1670), considerado o pai da didática moderna, já tocava em questões como a importância da afetividade do professor, do respeito ao estágio do desenvolvimento da criança e do diálogo em sala de aula.
REFERÊNCIA
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 11.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
Para Freire (1999) o diálogo é a essência da educação como prática da liberdade. Por acreditar dessa forma também é que as relações entre mim e meus alunos são afetivas e dialógicas. Não sei tudo e aprendo diariamente com eles e através desse diálogo tão necessário, consigo perceber o estágio de aprendizado que se encontram, o que sabem e o que precisam aprender.
Aprendemos uns com os outros, dizia Freire( 1999 ) então temos que escutar o outro, quais são suas idéias, o que seu aprendizado acrescenta em mim, essa é a verdadeira aprendizagem produtiva.
O educador precisa estar aberto para a troca de saberes com seus educandos, pois não somos os detentores de todo o conhecimento,dessa forma se diminui as distâncias e as diferenças. Tenho que conhecer o dia-a-dia dos alunos para entendê-los e para poder ajudá-los no seu processo de aprendizagem.
O próprio Comenius (1592-1670), considerado o pai da didática moderna, já tocava em questões como a importância da afetividade do professor, do respeito ao estágio do desenvolvimento da criança e do diálogo em sala de aula.
REFERÊNCIA
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 11.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Brincar é importante

Introduzi o tema semanal,origem dos alimentos, porque em uma atividade feita na semana anterior, alguns alunos ficaram em dúvida de onde vinha o leite, inclusive um disse: “Vem do BIG”. Portanto trabalhei novamente com embalagens de alimentos, focalizando sua origem explicando, por exemplo, de onde vem o sal e de que fruta se faz o chocolate.
Nos divertimos com o mercado montado na sala, onde compraram e venderam produtos, utilizando dinheirinho de brinquedo.Ora eram vendedores, ora compradores, vivenciando esses papéis sociais. A brincadeira em questão não apenas divertiu-os, mas fez com que interpretassem o mundo em que vivem.
Para Fortuna (2002) os adultos que compartilham desses momentos lúdicos ganham também. Comprovo essa afirmação, pois participando ou olhando eles brincarem entro no clima da fantasia e alegria que partilham.
Nesses momentos de brincadeira devemos estar atentos para conseguirmos acompanhar o processo de desenvolvimento dos alunos, tanto na parte cognitiva quanto afetiva.
Fortuna ( 2002) explica que a sala de aula é um indicador de possibilidades de exercício lúdico, onde as crianças constroem significados objetivando a assimilação dos papéis sociais, o entendimento das relações afetivas e a construção do conhecimento.
Nos divertimos com o mercado montado na sala, onde compraram e venderam produtos, utilizando dinheirinho de brinquedo.Ora eram vendedores, ora compradores, vivenciando esses papéis sociais. A brincadeira em questão não apenas divertiu-os, mas fez com que interpretassem o mundo em que vivem.
Para Fortuna (2002) os adultos que compartilham desses momentos lúdicos ganham também. Comprovo essa afirmação, pois participando ou olhando eles brincarem entro no clima da fantasia e alegria que partilham.
Nesses momentos de brincadeira devemos estar atentos para conseguirmos acompanhar o processo de desenvolvimento dos alunos, tanto na parte cognitiva quanto afetiva.
Fortuna ( 2002) explica que a sala de aula é um indicador de possibilidades de exercício lúdico, onde as crianças constroem significados objetivando a assimilação dos papéis sociais, o entendimento das relações afetivas e a construção do conhecimento.
REFERÊNCIA
FORTUNA, Tânia Ramos. Papel do brincar: Aspectos relevantes a considerar no trabalho lúdico. Revista do professor. Porto Alegre, 9-14, jul./set.2002.
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