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sábado, 21 de junho de 2008

Material concreto um bom aliado na aulas de matemátical

Li o texto da Raquel Ribeiro escrito na revista Nova Escola-agosto/2005, que diz que os materiais elaborados como os blocos lógicos e o tangram ajudam a estimular as primeiras operações lógicas, como classificação e sequência, habilidades de percepção espacial, estratégias de resolver problemas, além de trabalhar a geometria.
No 1° ano trabalha-se bastante com as figuras geométricas: quadrado, retângulo, triângulo e o círculo, onde a questão dos conjuntos (cor, espessura, formato,tamanho) são formados e muitas atividades são elaboradas envolvendo essas questões.
Como exemplo, algumas brincadeiras que apliquei com os alunos que aprendi na oficina do NUPE realizadas no dia 16/05/08:

*Procurando a forma geométrica: Levei os alunos para o pátio e desenhei bem grande no chão: um quadrado, um triângulo, um retângulo e um círculo. Depois explica que eles deveriam entrar dentro do desenho, conforme eu iria solicitando.
A)Tem formato do quadro-negro?
B)Tem formato do funil?
C)Tem formato da bolachinha recheada?
D)Tem formato da caixinha de giz?
E)Tem formato da TV?
F) Tem formato do telhado da casinha?
G) Tem formato do sol?
H) É um desenho com três pontas?
I) É um desenho sem pontas?

*Descobrindo pelo tato: As crianças em círculo, ficaram com as mãos para trás enquanto eu colocava uma peça nas mãos de cada uma. Expliquei que não podiam olhar, somente dizer como ela era, com o que se parecia, qual o tamanho e a espessura . Os outros alunos deviam tentar adivinhar. Questionei sobre as diferenças e semelhanças entre cada pecinha mostradas por eles, se podia rolar ou não, quantas pontas possuia. Após essas atividades, conversei sobre as formas geométricas trabalhadas, para ver se realmente compreenderam as características delas.

* Tangram: Distribui um tangram para cada aluno, eles tiveram que recortar e depois montar mostrando que um todo é divisível em partes, as quais podem ser reorganizadas num outro todo. Depois pedi que mostrassem as figuras geométricas que conheciam( triângulo e quadrado) e também questionei se todos os tammanhos eram iguais, pedi que colocassem em ordem de tamanho. Por último solicitei que montassem figuras conforme as minhas expostas no quadro( desenho de do barco, casa peixe).


*http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0184/aberto/mt_82238.shtml

Coleções ensinam a matemática

O texto de Cristiane Maragon, escrito na revista Nova Escola/set2003, fala sobre como as coleções podem trabalhar de um forma lúdica, com noções de números, quantidades e grandezas. É a união do passatempo com a introdução de conceitos matemáticos.
Na minha turma estamos colecionando tampinhas de garrafas, tanto PET como também aquelas antigas de alumínio, onde consigo levá-los ao raciocínio de comparação,ordenação de quantidades e aos poucos às operações de adição e subtração. Está sendo muito divertido e muito importante para o avanço do seu desenvolvimento matemático.
Mais tarde podererão aproveitar as tampinhas para soltarem a imaginação inventando objetos e construindo brinquesdos de sua preferência.

* http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0165/aberto/mt_189419.shtml

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Matemática é mais do que fazer conta no papel

Esse texto do Márcio Ferrari escrito na revista Nova Escola-junho/2004, mostra que o método mais fácil das crianças compreenderem números e cálculos,é através da brincadeira e que os jogos de baralho e tabuleiro são considerados hoje alguns dos melhores. A calculadora tão presente nos dias de hoje, jogou por terra as trabalhosas e repetitivas contas com lápis e papel, as estimativas são mais exigidas do que cálculo exato.
O PCN de Matemática diz que..." o cálculo escrito deve conviver com outras modalidades de cálculo, como o cálculo mental, as estimativas e o cálculo produzido pelas calculadoras..." São essas as competências que devem ser trabalhadas e desenvolvidas com a turma, todas simultaneamente.
Estou aplicando o jogo do sabonete com os meus alunos do 1°ano, que aprendi na oficina do NUPE( postagem já feita anteriormente), eles adoram a brincadeira que envolve a construção do número. Cada aluno recebe 10 cartas, que devem ficar viradas para baixo enfileiradas. O primeiro aluno retira uma carta da pilha restante e a substitui pela carta que ocupa aquela posição das suas cartas. Se tirar um 3 deverá trocar pela 3ª carta, deixando-a desvirada. Vê a carta que ocupava a posição 3, por exemplo 5 e a troca pela carta da 5ª posição e assim até não ser mais possível trocar. Passa a vex ao próximo jogador que procede da mesma maneira, ou comprando a carta que o colega largou ou comprando outra do baralho. Vence quem completar primeiro a sequência correta.


*http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0173/aberto/mt_76565.shtml

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Matemática é mais que fazer conta no papel

Texto da Nova Escola- Márcio Ferrari

O texto trata da importância do cálculo mental, de como os jogos podem ser uma forma divertida de ensinar operações matemáticas nas primeiras séries do ensino fundamental. Não quer dizer que se deva abolir o cálculo escrito,mas pode conviver com outras modalidades , porque a matemática tem vários caminhos possíveis.
Como exemplo de jogo, apresentaram esse:

*Jogo do Pratinho pré-escola
Adenésio Zanella


Craques na contagem: o jogo, feito com sucata, permite que os alunos pratiquem soma e subtração
Sua função é introduzir e aprofundar conceitos que começam com contagem de rotina e evoluem para as operações de soma e subtração. Praticada com certa freqüência, a atividade também permite a memorização. O material necessário para o trabalho de um grupo de quatro alunos se resume a um dado, cinco pratinhos de papelão um maior e quatro menores e 20 a 30 tampinhas de garrafa. Cada integrante do grupo fica com um pratinho vazio. No centro é colocado o prato maior com as tampinhas. A criança lança o dado. O número que sai corresponde à quantidade de tampinhas que ela leva para seu prato. O jogo termina quando as tampinhas do prato do centro terminam. Ganha aquele que tiver o pratinho mais cheio. Todos os passos da partida podem ser registrados num papel e as totalizações são pedidas para o grupo a cada rodada. Assim, eles vão treinando o cálculo. Ao mesmo tempo, outras questões são lançadas: Qual a maior quantidade de pontos encontrada no dado? E é a menor? Se você jogou o dado e fez três pontos, quantos faltam para atingir a maior quantidade encontrada no dado?

Achei interessante para aplicar com os meus alunos do 1°ano. Vou mostrar depois o resultado!

Comunicação em matemática: instrumento de ensino e aprendizagem

De: Kátia Cristina Stocco Smole e Maria Ignez Diniz

Li o artigo que diz que: "... os alunos devem aprender a se comunicar matematicamente e que os educadores devem estimular o espírito de questionamento e levar os seus educandos a pensar e comunicar idéias.Aprender matemática exige comunicação, no sentido de que é através dos recursos de comunicação que as informações, conceitos e representações são veiculados entre as pessoas. A comunicação do significado é a raiz da aprendizagem.Promover comunicação em matemática é dar aos alunos a possibilidade de organizar, explorar e esclarecer seus pensamentos. Somente trocando experiências em grupo, comunicando suas descobertas e dúvidas e ouvindo, lendo e analisando as idéias do outro é que o aluno interiorizará os conceitos e significados envolvidos nessa linguagem de forma a conectá-los com suas próprias idéias.Na essência, o diálogo capacita os alunos a falar de modo significativo, conhecer outras experiências, testar novas idéias, conhecer o que eles realmente sabem e o que mais precisam aprender.O recurso da comunicação, nesse sentido, é essencial. No processo de comunicar, o educando nos mostra ou fornece indícios sobre quais habilidades ou atitudes está desenvolvendo e que conceitos ou fatos domina, e se apresenta dificuldades ou incompreensões."
Concordo com o posicionamento das autoras, a matemática não é uma disciplina que precisa ser aprendida silenciosamente, apenas através dos cálculos, mas deve sim ser entendida num todo. Mostrando os caminhos que levam a chegar ao número final, se há outras maneiras de chegar. Dessa forma a matemática fica mais fácil de ser compreendida e também consegue se integrar a disciplina de português, mostrando a importância de ambas para se chegar a um aprendizado mais completo.